Cirurgia plástica: quando dá errado - Clínica Landecker

Cirurgia plástica: quando dá errado

E quando a cirurgia plástica dá errado? Isso é uma coisa dramática, porque o que todos os profissionais mais temem são complicações. O problema é que elas ocorrem com todos os cirurgiões, não existe cirurgião que não tenha complicações.

A gente fala no meio médico que só não tem complicações quem não opera. Existe uma chance real de você ter problemas em cirurgia plástica.

Quais seriam esses problemas?

Por exemplo, pacientes que fumam têm uma menor vascularização na área onde foi feita a cirurgia. Chega menos sangue, menos oxigênio, menos hormônios, menos proteínas, menos nutrientes para você refazer a área que foi operada, então a chance de você ter necroses ou cicatrizes ruins é maior.

Pacientes que estão fazendo cirurgias secundárias, ou seja, aquela área já foi operada antes, você também tem problemas de vascularização. A chance de complicações como necrose e infecção nesses casos também é maior.

O grande drama do cirurgião plástico é que a cicatrização não está sob o controle dele.

Frequentemente a cirurgia é feita corretamente, do ponto de vista técnico, mas durante o processo de cicatrização pode acontecer algum tipo de fenômeno inesperado que gera algum tipo de complicação, como uma depressão, uma assimetria ou algum problema de cicatriz.

Como lidar com esses problemas?

É uma gama de problemas que pode acontecer após a cirurgia plástica, então o que deve ser feito?

A primeira coisa é usar um consentimento informado para oferecer ao paciente informação. Então a gente gosta de citar e explicar para o paciente quais são as possíveis complicações, ou seja, qual o risco que as pessoas estão assumindo ao realizar uma cirurgia plástica.

Outra coisa importante, e isso é evidente, é a realização correta da cirurgia do ponto de vista técnico, sempre em um bom hospital, com um bom anestesista e com materiais de ponta. Dessa forma você minimiza as chances de problemas.

É fundamental também o acompanhamento pós-operatório, que é tão ou mais importante do que a cirurgia. Nesses curativos o médico vai monitorar todo esse processo de cicatrização e o médico pode intervir de uma forma decisiva para melhorar a situação do paciente.

É muito importante que a equipe médica seja extremamente atenciosa e pontual no sentido de acompanhar o paciente no pós-operatório.

Lembrando que o paciente deve deve sempre procurar um especialista na cirurgia que ele deseja para diminuir também as chances de complicação.

Mesmo com todos esses cuidados as complicações podem acontecer. E como resolver?

Muitas vezes ou frequentemente terá que ser realizado um novo procedimento, geralmente procedimentos menores, para consertar esses problemas gerados pelas complicações.

Por isso que a gente sempre sugere que o paciente realize a cirurgia com um membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica que tenha a noção e o conhecimento técnico para reverter as complicações que podem acontecer em qualquer cirurgia plástica.  

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